Performance ou Share

 

Um banner simples tem uma taxa de clique melhor do que um banner supercriativo.
Isto é bom ?
Para a mídia programática é. Para o impacto da marca, não é.
A visita ou clique, pode ser apenas curiosidade e servir somente para aumentar o bounced rate do site.
Os princípios que valeram para a construção de marca via comunicação na era off, não podem ter mudado tão radicalmente.
O que surpreende, o que é criativo, o que é emocionante, o que quase faz chorar ou chorar de tanto rir, não se encontra certamente em um banner simples.
A grande idéia precisa de espaço, elaboração e, por certo, muita tecnologia hoje para dar certo.
E isto não tem nada a ver com a performance dos cliques.
Uma mídia passiva programática pode até gerar lembrança por um breve intervalo, mas nada do tipo “memorável” .
Então, para bater em uma tecla que a gente adora, ser pós digital é acreditar nos valores que deveríamos ter herdado do mundo off: A mensagem para chegar ao coração do destino (ou destinatário) tem de conter uma excelente idéia, apresentada de uma excepcional forma.
E não ficar obcecado pelas métricas como taxa de cliques, quando o caso for construção de marcas.
Combinar estes sabores é o blend que vai fazer toda a diferença.

Quer a receita ? Entre em contato que a gente conta.

Bra digital

A revolução das telas, dos meios e do seu consumo.

Telas tem sido a nossa maneira mais usual de acessarmos lazer e informações.
Pode ter começado com a revolução do cinema, seguida depois pela da tv, bem mais adiante com as dos computadores e mais recentemente a dos smartphones.

Movimento e som parecem ser irresistíveis tanto para absorver informações rapidamente como para ver a vida passar por uma janela global.

A tecnologia foi durante muito tempo o fator evolucionista dos canais e devices “tele assistidos”, porém mais recentemente, tem sido responsável pela compressão e fusão dos papeis destes canais e devices.

Navegamos pela internet na TV e assistimos conteúdo da TV nos nossos aparelhos cotidianos “chipados”.

Dentro desta realidade, o que é a audiência de um e de outro ? Como se mede e se vende isto nas relações entre anunciantes e canais ? Mídias off e digitais resolvem o problema ? Mesmo que juntas na mesma sala ?
Qual o próximo passo ?

Estas perguntas temos nos feito a medida que a tecnologia de hardwares e softwares evoluem e as respostas temos procurado dividir e aplicar em nossos clientes.

Como uma agência que se auto-denomina pós digital, temos procurado imergir na realidade virtual da “total connection” procurando vislumbrar contornos mais nítidos de como entender, interpretar e manipular mais assertivamente os dados disponíveis, para uma comunicação mais eficiente, para adiante e além do off + on.

Para vocês darem uma “espiada” neste universo multi interligado e perceber sua complexidade, leiam os seguintes artigos:

“Quando TV não é mais TV e nem sabemos mais o que é”

“Onde começa e (nunca) termina a audiência de TV hoje?”

Tem tudo para voltarem deles com algumas certezas, mas muito mais dúvidas.

 

Acesse o nosso site , e tire suas dúvidas.