Segmentar ou não, eis a questão

A PG, maior anunciante global com mais de U$ 8,3 bilhões investidos em publicidade em 2015 no mundo todo, anunciou que está reduzindo seus investimentos na mídia segmentada do Facebook e retomando targets mais abrangentes, tanto no próprio Facebook como em canais off como a TV.

Mesmo fazendo muito sentido anunciar fraldas para mulheres grávidas, mulheres não grávidas com bebes de 6 meses ainda compram muitas fraldas. Assim como tias, avós, padrinhos, etc…

Aqui na agência, entre clientes de moda, nunca foi possível segmentações por tipologia de produto, pois todas mulheres compram botas no inverno e todas compram sandálias no verão. Ou tênis quando isto for um ícone fashion.

A questão é que os extremos dificilmente dão respostas satisfatórias. Nem a estratégia bomber nem a sniper conseguem resultados completamente satisfatórios. Na primeira, muitos alvos que não são target são atingidos. No segundo, se ao invés de um alvo principal houverem muitos, vai faltar bala na agulha.

E por falar em alvos amplos e alvos restritos, a analogia não parece já indicar o que é mais adequado para a estratégia das marcas? Sim, pois se ela tem grande abrangência, não faz muito mais sentido a artilharia ?
E se for muito de nicho, um bom fuzil não resolve ?

Mas para embaralhar tudo de novo, temos os públicos segmentados em grandes volumes, que canais como o Facebook propiciam.

Difícil, não? Mas não impossível. Calibrando as armas certas, não tem consumidor que não seja atingido. E se o produto for bom, convertido.

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