Influencers x Celebridades

Como a história muda o cenário e os personagens, mas não o consumidor.

Talvez no início de tudo fosse a realeza.

A maneira com a qual os incensados se vestiam influenciava a nobreza, que se adornava com objetos de desejo admirados pela plebe, embora inacessíveis ao povo.

Os heróis de batalhas também influenciavam, mas isto já é um capítulo para os ídolos do esporte.

E a primeira mídia provavelmente foram quadros pintados desta turma a decorar as paredes dos castelos.

Na sequência de muitos séculos, democratização do consumo, fotos, jornais e no século passado, cinema e televisão.

Estava tudo pronto para virar negócio importante para o comércio de produtos, que depois viraram marcas, mas faltava a faísca. E esta veio com a publicidade.

Como o processo era basicamente emular as celebridades, as garotas propaganda foram inventadas para aconselhar os consumidores de jornais, tele-cinemas e TVs a usar os produtos que elas aconselhavam ou sugeriam.

Ou seja, a única diferença para o mundo de hoje, onde os chamados influencers postam dicas pagas sobre o uso de produtos, é que a audiência não pertence mais a um canal do tipo broadcasting de conteúdo, como TV Globo, e sim a indivíduos carismáticos e com algo a dizer na frente de web câmeras.

Pequena grande diferença, pois antes se tinha um sistema organizado e sedimentado, onde empresários de celebridades, quando não os próprios canais, negociavam os direitos de cedência de imagem para as marcas através de agências.

Hoje os canais se multiplicaram, tanto em plataformas como em indivíduos, existindo centenas ou milhares deles e a tarefa de encontra-los, seleciona-los de acordo com o briefing do cliente/ marca, ajustar o tipo de discurso que será aderente ao influencer e ao seu público, negociar valores e quantidade de impactos, tornou-se muitíssimo mais complexo, pois é um processo que está em sedimentação ou constante aperfeiçoamento.

Acrescentando-se ainda que hoje temos métricas capazes de medir os resultados da ação, seja em ternos de exposição institucional, sejam em resultado efetivo de vendas, a necessidade de assessorar-se por uma agência é muito mais determinante do que nos tempos do Plim Plim ou da publicidade retratada na série americana Mad Men.

Ficou complexo, mas é determinante para marcas e anunciantes.

Tão eficaz quanto Michael Jordan recomendando o uso do Nike Air nos anos 80.

E a solução é a mesma de sempre no mundo do marketing: fale com uma boa agência.

Por sinal, sugerimos a nossa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *