Não é só no alfabeto que X vem antes de Y

 

A Editora Abril levou a cabo uma pesquisa investigando a Geração X, ou seja, nascidos entre 1960 e 1980. Foram mais de 1800 entrevistas onde este público foi escaneado para revelar um segmento muito menos badalado que os Millennials (nascidos entre 1980 e 2000), mas com muito mais representatividade para o mercado consumidor.

O estudo corrige uma distorção no entendimento do mercado consumidor que, graças à mídia, tem focado excessivamente nos novos comportamentos e nas legalzices da geração Y.

Nós mesmos aqui da BRA, no nosso último artigo sobre o evento SXSW, ocorrido em Austin este ano, ajudamos a promulgar este comportamento de quem está trocando capital financeiro por capital social, carro por Uber e por aí vai.

Aconteceu então que, pela primeira vez, alguém colocou uma lupa sobre estes dois públicos (X e Y) e analisou bem de perto a representatividade que cada um tem junto ao mercado consumidor e, principalmente, como falar e quais os hábitos do público que realmente fazem a diferença na hora de consumir produtos.

Alguns dados altamente relevantes que a pesquisa apontou:

  • 51% da renda gerada pelas famílias vem da Geração X;
  • 70% das compras on line são realizadas pela Geração X;
  • 63% dos donos de negócio do Brasil são da Geração X;
  • 55% das Startups americanas foram fundadas por alguém da Geração X.

Além disto, a Geração X influencia 90% das vendas das categorias de produtos avaliadas pelo estudo, de alimentos a carros. E pelo menos metade dos seus integrantes são “provedores”, portanto, aqueles que pagam a conta.

Seus membros são multi plataforma, consomem tanto as novas mídias como as antigas. Simplificando, absorvem conhecimento pelo Facebook e aprofundam o tema em jornais, revistas e tv.

E quais os perigos de não se enxergar com clareza esta realidade?

O primeiro diz respeito à forma de falar com eles. Se mirarmos na estética dos badalados Millennials, vamos errar grosseiramente na linguagem. Estão mais interessados no produto do que o que ele representa ou inspira. Para eles, em termos de consumo, a razão vem antes da emoção. Só aí já se vê quantos erros de comunicação as marcas estão cometendo ao seguir a cartilha da ultra modernidade.

E os tão badalados “influenciadores”? Blogueiros, Youtubers, Instagramers? Esqueça. Esta geração, quando se deixa influenciar, vai pelos velhos ícones.

Qual a imagem que projetam de si mesmos? Nada de aspiracional. Acreditam naquilo que veem no espelho. A linha Dove de mulheres reais é a fórmula certa para representá-los.

Enfim, como já dissemos ou provocamos em outros posts deste blog, apesar de não ser mais uma unanimidade, muitos símbolos e canais que foram fustigados pela realidade da internet continuam vivos e influenciando a geração que é a responsável pelo mercado e o consumo girar.

Ver e entender o mundo desta forma não é ser digital. É ser pós-digital.

Na integração entre vendas e marketing de conteúdo, os vídeos são essenciais

À medida que os clientes e os compradores continuam a fazer mais pesquisas on-line, as organizações mais maduras e estruturadas continuam a integrar vendas e marketing de conteúdo. O objetivo, claro, é garantir que quando os clientes busquem os prós e, principalmente, os contras de seus produtos e serviços, encontrem seu próprio conteúdo para sanar dúvidas e lhes dar confiança na tomada de decisão.

Hoje é comum termos estratégias de produção de conteúdo que buscam responder desde as dúvidas mais precoces e superficiais na jornada de consumo de novos clientes até as questões mais profundas e complexas de usuários que já passaram a etapa de compra e que estão “se relacionando” com o produto adquirido.

Artigos, infográficos, cards, e-books e vídeos ajudam a educar o consumidor e criam confiança em torno da compra. E dentre todos estes tipos e formatos, podemos dizer que o conteúdo em vídeo tornou-se indispensável nos últimos anos.

De acordo com um estudo recente da Forbes, a utilização de vídeos está se tornando essencial nas estratégias de comunicação digital:

  • Mais de 80% das pessoas entrevistadas afirmaram que estão assistindo mais vídeos on-line hoje do que há um ano;
  • 75% dos executivos entrevistados disseram assistir a vídeos relacionados ao trabalho pelo menos semanalmente, sendo que mais de metade (52%) assistem estes vídeos no YouTube;
  • No geral, 65% visitaram o site de um vendedor depois de assistir um vídeo.

Outra pesquisa de comportamento do consumidor realizada pela Hubspot confirma esta tendência. Mais de metade dos usuários dizem que eles consomem um vídeo inteiro, em comparação com 29% para blogs e 33% para artigos interativos. Se você quer que sua mensagem inteira seja consumida, o vídeo tende a ser o meio preferido.

Quando você combina alta capacidade de produção com tecnologia, o vídeo pode oferecer uma grande flexibilidade, com base nos interesses do usuário e outros detalhes que você conhece sobre eles.

Foi observando este movimento que decidimos por investir na criação de um estúdio próprio em 2015. Como especialistas em comunicação digital, sentimos que a velocidade de consumo do conteúdo era superior à capacidade de entrega do modelo de produção existente no mercado. Na era do conteúdo líquido, é necessária grande agilidade para se tirar ideias do papel e “colocá-las pra rodar”. Muitas vezes captando em um dia, editando e publicando no outro.

E neste novo universo de abundância de informação e de experimentação constante, não há espaço para extravagâncias nos custos de produção. Por isso construímos um modelo de serviço que, além de ágil, nos permite testar muito sem pesar no bolso dos clientes, e ao mesmo tempo, propiciar uma evolução constante no relacionamento e no envolvimento das marcas com seus consumidores.

O mundo mudando e nem todos na janela

O evento SXSW, que acontece em Austin/TX, sempre traz e discute as mais disruptivas inovações no setor de tecnologia e web. E como de costume, profissionais de TI, comunicação, branding e antenados do mundo todo afluem em busca de perspectivas para um mundo e um mercado que mudam a taxas de progressão geométrica.

Neste ano, temas como Realidade Virtual e Aumentada, Inteligência Artificial ou das Máquinas, Neurociência, Igualdade de gêneros, Internet das Coisas ou Devices Conectados, entre muitos outros, foram apresentados por painelistas e experts, avaliados e discutidos com uma audiência multiforme e ávida por informação. É um evento tão rico e impactante para a indústria criativa e tecnológica que seus conteúdos e debates nunca se encerram ali.

Por isso, a BRA foi uma das patrocinadoras do evento F5 da ABRADI-RS em Porto Alegre, apresentando por Luciana Bazanella, que trouxe as principais questões para realidade do nosso mercado formatadas para quem não pode estar presente no SXSW. E o lado bom disso é que tivemos acesso a uma quantidade de assuntos muito maior do que quem esteve lá ao vivo, já que é difícil dar conta de tudo no formato de trilhas simultâneas, onde você escolhe umas e perde muitas outras.

Após absorver todo esse conteúdo, elencamos os principais questionamentos que nos levam a um grande desafio. Vamos a eles:

Como falar com um mercado onde só um storytelling não é mais suficiente e que busca pela autenticidade no discurso das marcas?

Como interagir com uma nova sociedade que repudia o consumismo, que muda radicalmente o foco do individual para o coletivo, fazendo com que marcas encontrem um engajamento maior quando pensam mais em cidadãos e menos em consumidores?

Como falar com uma geração que troca o carro por Uber, a hospedagem por Airbnb e faz do capital monetário algo menos representativo do que o capital social, ou seja, onde as experiências vividas e compartilhadas nas redes sociais se tornam mais relevantes para o reconhecimento social do que a posse de bens materiais?

Como age o profissional de comunicação que vivencia hoje um modelo de comunicação de massa em declínio, gigantes da tecnologia definindo o rumo da mídia e, em contrapartida, o surgimento de micro-influenciadores como parte importante de uma estratégia?

Como reaprender o design de UX (user experience), quando a AI (inteligência artificial) está proporcionando a interação com a tecnologia por comandos de voz, o que permitirá até 2030 que 30% das buscas na web sejam feitas sem o uso de telas? Ou seja, toda uma cultura de navegação por telas será permeada pelo uso da internet sem telas, o que vai impactar diretamente o Branded Content como conhecemos hoje.

E qual é o grande desafio, na nossa perspectiva terceiro mundista? Afinal, quem vive neste lado do hemisfério convive com a consciência deste novo mercado e das novas tecnologias que com ele interagem e, contrastando, com gestores de marca onde a cartilha de soluções do século XX ainda é o plano de voo.

Vender produtos é tão necessário hoje como era no século passado, mas as estratégias para obter estas vendas mudaram muito. Porque o público consumidor mudou muito também. As respostas das ações promocionais já não são tão instantâneas como costumavam ser, o que mostra que o apesar do problema ser o mesmo, a solução já não é mais.

E como argumentar e orientar estes gestores? Como fazê-los experimentar novas fórmulas para novos problemas? Como proceder para que a rotina advinda do status quo não vá fechando o horizonte destas novas perspectivas?

Com certeza, aqui na BRA a resposta é manter a cabeça aberta e valorizar as oportunidades e os clientes que se permitam vivencia-las. E, assim, obter resultados fora da curva para a agência e, principalmente, para todos os negócios.

Vantagens estratégicas de ter um e-commerce para sua marca

Entre as ambições de sua empresa estão aumentar o alcance das suas vendas, crescer seu faturamento e fidelizar clientes? Então, pode ser que esteja na hora de considerar a criação de uma loja virtual para os seus produtos ou serviços.

Apesar do cenário econômico brasileiro, os números do comércio digital são bastante favoráveis. Inclusive, conforme dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, há previsão de 12% de crescimento das vendas no e-commerce brasileiro em 2017. A empresa de informações sobre o varejo eletrônico prevê, ainda, que o setor atingirá faturamento de R$ 49,7 bilhões.

O perfil do consumidor brasileiro tem mudado a cada dia. Ele está mais consciente, planeja suas compras, pesquisa sobre as marcas e tem em suas mãos uma poderosa arma: um celular com acesso a internet. Em tempos de retração na economia, nenhuma compra é feita sem uma boa pesquisa antes. E é aí que ter uma presença digital robusta, um bom posicionamento nas ferramentas de busca e produtos de qualidade para oferecer ganham mais importância.

Diferente do que pode acontecer com vendas através de lojistas em pontos de venda físicos, com uma loja virtual você pode disponibilizar toda a sua cartela de produtos e medir qual a receptividade de cada item junto ao público. Ter essa visão mais clara sobre a aceitação dos seus produtos é um dado valioso.

Caso você não tenha interesse em criar uma loja virtual do zero, saiba que isso nem é preciso atualmente. Existem várias formas de expandir o seu negócio através de um e-commerce, sem precisar necessariamente que esse espaço seja próprio. Para você ter uma ideia, market places representaram mais de 60% das vendas nas principais plataformas de e-commerce nacionais no último ano.

Vale lembrar que, de acordo com pesquisas realizadas pela agência Turn, consumidores impactados por anúncios em mais de um canal têm 24% mais chance de converterem do que aqueles que veem o anúncio em um só canal. Ou seja, marcas que estão em múltiplos canais conseguem melhoras consideráveis no retorno sobre o investimento em suas ações de publicidade e marketing.

Para se diferenciar e ter resultados verdadeiros é preciso investir em estratégia. Quer saber mais sobre as possibilidades do e-commerce? Entre em contato com a gente. Estamos de portas abertas para um café e um bate papo sem compromisso. 😉

Segmentar ou não, eis a questão

A PG, maior anunciante global com mais de U$ 8,3 bilhões investidos em publicidade em 2015 no mundo todo, anunciou que está reduzindo seus investimentos na mídia segmentada do Facebook e retomando targets mais abrangentes, tanto no próprio Facebook como em canais off como a TV.

Mesmo fazendo muito sentido anunciar fraldas para mulheres grávidas, mulheres não grávidas com bebes de 6 meses ainda compram muitas fraldas. Assim como tias, avós, padrinhos, etc…

Aqui na agência, entre clientes de moda, nunca foi possível segmentações por tipologia de produto, pois todas mulheres compram botas no inverno e todas compram sandálias no verão. Ou tênis quando isto for um ícone fashion.

A questão é que os extremos dificilmente dão respostas satisfatórias. Nem a estratégia bomber nem a sniper conseguem resultados completamente satisfatórios. Na primeira, muitos alvos que não são target são atingidos. No segundo, se ao invés de um alvo principal houverem muitos, vai faltar bala na agulha.

E por falar em alvos amplos e alvos restritos, a analogia não parece já indicar o que é mais adequado para a estratégia das marcas? Sim, pois se ela tem grande abrangência, não faz muito mais sentido a artilharia ?
E se for muito de nicho, um bom fuzil não resolve ?

Mas para embaralhar tudo de novo, temos os públicos segmentados em grandes volumes, que canais como o Facebook propiciam.

Difícil, não? Mas não impossível. Calibrando as armas certas, não tem consumidor que não seja atingido. E se o produto for bom, convertido.

Para saber mais sobre as dúvidas cruéis da comunicação de hoje, acesse o nosso site  e os canais de contato.

Influencers x Celebridades

Como a história muda o cenário e os personagens, mas não o consumidor.

Talvez no início de tudo fosse a realeza.

A maneira com a qual os incensados se vestiam influenciava a nobreza, que se adornava com objetos de desejo admirados pela plebe, embora inacessíveis ao povo.

Os heróis de batalhas também influenciavam, mas isto já é um capítulo para os ídolos do esporte.

E a primeira mídia provavelmente foram quadros pintados desta turma a decorar as paredes dos castelos.

Na sequência de muitos séculos, democratização do consumo, fotos, jornais e no século passado, cinema e televisão.

Estava tudo pronto para virar negócio importante para o comércio de produtos, que depois viraram marcas, mas faltava a faísca. E esta veio com a publicidade.

Como o processo era basicamente emular as celebridades, as garotas propaganda foram inventadas para aconselhar os consumidores de jornais, tele-cinemas e TVs a usar os produtos que elas aconselhavam ou sugeriam.

Ou seja, a única diferença para o mundo de hoje, onde os chamados influencers postam dicas pagas sobre o uso de produtos, é que a audiência não pertence mais a um canal do tipo broadcasting de conteúdo, como TV Globo, e sim a indivíduos carismáticos e com algo a dizer na frente de web câmeras.

Pequena grande diferença, pois antes se tinha um sistema organizado e sedimentado, onde empresários de celebridades, quando não os próprios canais, negociavam os direitos de cedência de imagem para as marcas através de agências.

Hoje os canais se multiplicaram, tanto em plataformas como em indivíduos, existindo centenas ou milhares deles e a tarefa de encontra-los, seleciona-los de acordo com o briefing do cliente/ marca, ajustar o tipo de discurso que será aderente ao influencer e ao seu público, negociar valores e quantidade de impactos, tornou-se muitíssimo mais complexo, pois é um processo que está em sedimentação ou constante aperfeiçoamento.

Acrescentando-se ainda que hoje temos métricas capazes de medir os resultados da ação, seja em ternos de exposição institucional, sejam em resultado efetivo de vendas, a necessidade de assessorar-se por uma agência é muito mais determinante do que nos tempos do Plim Plim ou da publicidade retratada na série americana Mad Men.

Ficou complexo, mas é determinante para marcas e anunciantes.

Tão eficaz quanto Michael Jordan recomendando o uso do Nike Air nos anos 80.

E a solução é a mesma de sempre no mundo do marketing: fale com uma boa agência.

Por sinal, sugerimos a nossa.

Marketing digital e pós-digital. Qual a diferença?

Primeiramente, olhemos o termo pós-digital.

Parece fácil de entender. As duas palavras juntas traduzem imediatamente o que se está falando: o marketing após a revolução digital. Simples, não fosse a dificuldade de conceituar o que vem após a revolução digital. E por falar nisto, quem disse que ela acabou?

Na realidade, esta ideia começou a ser trabalhada por nós, na medida em que se discutia a percepção de que dividir o on do off não fazia mais muito sentido.

Não fossem as diferentes culturas nas quais se desenvolveram as agências off line e as on line, o pós-digital já seria uma realidade tão clara que tornaria este post obsoleto.

Mas diferenças culturais e processuais tão profundas têm colocado barreiras poderosas a tal integração. E isto sem citar as disputas por pertinência e verbas.

Já experimentamos aqui na agência situações em que para comunicar um determinado produto para determinada audiência, a um prazo determinado, a melhor alternativa seria o velho comercial de 30”, num flight dentro do prazo e com ampla cobertura regional.

E finalmente, até mesmo pelo aspecto custo, pois para preparar a ação via influencers mais uma intervenção urbana, o valor ficava bem mais alto.
Ali estava a mal falada publicidade intrusiva, mostrando que seria a alternativa mais lógica para resolver aquele problema.

Isto não deveria surpreender ninguém, pois temos visto ou convivido com excelentes comerciais de marcas de expressão, ao lado de excelentes ações “digitais” destas mesmas marcas.

O problema é que o novo atrai de tal forma, traz tal audiência e atenção, que vale muito mais a pena falar dele. Parecendo que todas as soluções convergem para lá. Não é verdade.

E justamente uma agência que se subscreve Marketing Digital falando isto? Como assim?

Pois é, um dia olhamos com olhos de consumidor e vimos que a mensagem pode nos atingir de diferentes maneiras e todas aquelas que forem criativas, atraentes e relevantes, passam seguramente pelo filtro da atenção.

E que o desafio estava mesmo ao ler o briefing e perceber se era o caso de uma ação tradicional, digital ou híbrida.

Mas para fazer esta escolha, e para nós isto é o pós-digital, a agencia tem de ter todas as competências dentro de casa.

Porque, de novo, caso contrário, a diferença cultural será uma barreira.
E quem vai ter de ficar gerenciando estas diferenças será o cliente, cujo marketing deveria estar se ocupando de outras tarefas mais produtivas.

Então, resumindo, ser pós-digital é ter na mesma equipe, pessoal de direção de arte convivendo com web designers, planners com experiência nos mundos on e off, redatores de conteúdo e de publicidade sentados na mesma sala e um pessoal de tecnologia capaz de discutir plataformas digitais, e-commerce incluído.

Isto sim é uma visão 360o. Capaz de olhar todos os ângulos.

Fora disto são duas visões de 180º trocando informações. O que não será nunca a mesma coisa.

Performance ou Share

 

Um banner simples tem uma taxa de clique melhor do que um banner supercriativo.
Isto é bom ?
Para a mídia programática é. Para o impacto da marca, não é.
A visita ou clique, pode ser apenas curiosidade e servir somente para aumentar o bounced rate do site.
Os princípios que valeram para a construção de marca via comunicação na era off, não podem ter mudado tão radicalmente.
O que surpreende, o que é criativo, o que é emocionante, o que quase faz chorar ou chorar de tanto rir, não se encontra certamente em um banner simples.
A grande idéia precisa de espaço, elaboração e, por certo, muita tecnologia hoje para dar certo.
E isto não tem nada a ver com a performance dos cliques.
Uma mídia passiva programática pode até gerar lembrança por um breve intervalo, mas nada do tipo “memorável” .
Então, para bater em uma tecla que a gente adora, ser pós digital é acreditar nos valores que deveríamos ter herdado do mundo off: A mensagem para chegar ao coração do destino (ou destinatário) tem de conter uma excelente idéia, apresentada de uma excepcional forma.
E não ficar obcecado pelas métricas como taxa de cliques, quando o caso for construção de marcas.
Combinar estes sabores é o blend que vai fazer toda a diferença.

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Bra digital

A revolução das telas, dos meios e do seu consumo.

Telas tem sido a nossa maneira mais usual de acessarmos lazer e informações.
Pode ter começado com a revolução do cinema, seguida depois pela da tv, bem mais adiante com as dos computadores e mais recentemente a dos smartphones.

Movimento e som parecem ser irresistíveis tanto para absorver informações rapidamente como para ver a vida passar por uma janela global.

A tecnologia foi durante muito tempo o fator evolucionista dos canais e devices “tele assistidos”, porém mais recentemente, tem sido responsável pela compressão e fusão dos papeis destes canais e devices.

Navegamos pela internet na TV e assistimos conteúdo da TV nos nossos aparelhos cotidianos “chipados”.

Dentro desta realidade, o que é a audiência de um e de outro ? Como se mede e se vende isto nas relações entre anunciantes e canais ? Mídias off e digitais resolvem o problema ? Mesmo que juntas na mesma sala ?
Qual o próximo passo ?

Estas perguntas temos nos feito a medida que a tecnologia de hardwares e softwares evoluem e as respostas temos procurado dividir e aplicar em nossos clientes.

Como uma agência que se auto-denomina pós digital, temos procurado imergir na realidade virtual da “total connection” procurando vislumbrar contornos mais nítidos de como entender, interpretar e manipular mais assertivamente os dados disponíveis, para uma comunicação mais eficiente, para adiante e além do off + on.

Para vocês darem uma “espiada” neste universo multi interligado e perceber sua complexidade, leiam os seguintes artigos:

“Quando TV não é mais TV e nem sabemos mais o que é”

“Onde começa e (nunca) termina a audiência de TV hoje?”

Tem tudo para voltarem deles com algumas certezas, mas muito mais dúvidas.

 

Acesse o nosso site , e tire suas dúvidas.