Vantagens estratégicas de ter um e-commerce para sua marca

Entre as ambições de sua empresa estão aumentar o alcance das suas vendas, crescer seu faturamento e fidelizar clientes? Então, pode ser que esteja na hora de considerar a criação de uma loja virtual para os seus produtos ou serviços.

Apesar do cenário econômico brasileiro, os números do comércio digital são bastante favoráveis. Inclusive, conforme dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, há previsão de 12% de crescimento das vendas no e-commerce brasileiro em 2017. A empresa de informações sobre o varejo eletrônico prevê, ainda, que o setor atingirá faturamento de R$ 49,7 bilhões.

O perfil do consumidor brasileiro tem mudado a cada dia. Ele está mais consciente, planeja suas compras, pesquisa sobre as marcas e tem em suas mãos uma poderosa arma: um celular com acesso a internet. Em tempos de retração na economia, nenhuma compra é feita sem uma boa pesquisa antes. E é aí que ter uma presença digital robusta, um bom posicionamento nas ferramentas de busca e produtos de qualidade para oferecer ganham mais importância.

Diferente do que pode acontecer com vendas através de lojistas em pontos de venda físicos, com uma loja virtual você pode disponibilizar toda a sua cartela de produtos e medir qual a receptividade de cada item junto ao público. Ter essa visão mais clara sobre a aceitação dos seus produtos é um dado valioso.

Caso você não tenha interesse em criar uma loja virtual do zero, saiba que isso nem é preciso atualmente. Existem várias formas de expandir o seu negócio através de um e-commerce, sem precisar necessariamente que esse espaço seja próprio. Para você ter uma ideia, market places representaram mais de 60% das vendas nas principais plataformas de e-commerce nacionais no último ano.

Vale lembrar que, de acordo com pesquisas realizadas pela agência Turn, consumidores impactados por anúncios em mais de um canal têm 24% mais chance de converterem do que aqueles que veem o anúncio em um só canal. Ou seja, marcas que estão em múltiplos canais conseguem melhoras consideráveis no retorno sobre o investimento em suas ações de publicidade e marketing.

Para se diferenciar e ter resultados verdadeiros é preciso investir em estratégia. Quer saber mais sobre as possibilidades do e-commerce? Entre em contato com a gente. Estamos de portas abertas para um café e um bate papo sem compromisso. 😉

Segmentar ou não, eis a questão

A PG, maior anunciante global com mais de U$ 8,3 bilhões investidos em publicidade em 2015 no mundo todo, anunciou que está reduzindo seus investimentos na mídia segmentada do Facebook e retomando targets mais abrangentes, tanto no próprio Facebook como em canais off como a TV.

Mesmo fazendo muito sentido anunciar fraldas para mulheres grávidas, mulheres não grávidas com bebes de 6 meses ainda compram muitas fraldas. Assim como tias, avós, padrinhos, etc…

Aqui na agência, entre clientes de moda, nunca foi possível segmentações por tipologia de produto, pois todas mulheres compram botas no inverno e todas compram sandálias no verão. Ou tênis quando isto for um ícone fashion.

A questão é que os extremos dificilmente dão respostas satisfatórias. Nem a estratégia bomber nem a sniper conseguem resultados completamente satisfatórios. Na primeira, muitos alvos que não são target são atingidos. No segundo, se ao invés de um alvo principal houverem muitos, vai faltar bala na agulha.

E por falar em alvos amplos e alvos restritos, a analogia não parece já indicar o que é mais adequado para a estratégia das marcas? Sim, pois se ela tem grande abrangência, não faz muito mais sentido a artilharia ?
E se for muito de nicho, um bom fuzil não resolve ?

Mas para embaralhar tudo de novo, temos os públicos segmentados em grandes volumes, que canais como o Facebook propiciam.

Difícil, não? Mas não impossível. Calibrando as armas certas, não tem consumidor que não seja atingido. E se o produto for bom, convertido.

Para saber mais sobre as dúvidas cruéis da comunicação de hoje, acesse o nosso site  e os canais de contato.

Influencers x Celebridades

Como a história muda o cenário e os personagens, mas não o consumidor.

Talvez no início de tudo fosse a realeza.

A maneira com a qual os incensados se vestiam influenciava a nobreza, que se adornava com objetos de desejo admirados pela plebe, embora inacessíveis ao povo.

Os heróis de batalhas também influenciavam, mas isto já é um capítulo para os ídolos do esporte.

E a primeira mídia provavelmente foram quadros pintados desta turma a decorar as paredes dos castelos.

Na sequência de muitos séculos, democratização do consumo, fotos, jornais e no século passado, cinema e televisão.

Estava tudo pronto para virar negócio importante para o comércio de produtos, que depois viraram marcas, mas faltava a faísca. E esta veio com a publicidade.

Como o processo era basicamente emular as celebridades, as garotas propaganda foram inventadas para aconselhar os consumidores de jornais, tele-cinemas e TVs a usar os produtos que elas aconselhavam ou sugeriam.

Ou seja, a única diferença para o mundo de hoje, onde os chamados influencers postam dicas pagas sobre o uso de produtos, é que a audiência não pertence mais a um canal do tipo broadcasting de conteúdo, como TV Globo, e sim a indivíduos carismáticos e com algo a dizer na frente de web câmeras.

Pequena grande diferença, pois antes se tinha um sistema organizado e sedimentado, onde empresários de celebridades, quando não os próprios canais, negociavam os direitos de cedência de imagem para as marcas através de agências.

Hoje os canais se multiplicaram, tanto em plataformas como em indivíduos, existindo centenas ou milhares deles e a tarefa de encontra-los, seleciona-los de acordo com o briefing do cliente/ marca, ajustar o tipo de discurso que será aderente ao influencer e ao seu público, negociar valores e quantidade de impactos, tornou-se muitíssimo mais complexo, pois é um processo que está em sedimentação ou constante aperfeiçoamento.

Acrescentando-se ainda que hoje temos métricas capazes de medir os resultados da ação, seja em ternos de exposição institucional, sejam em resultado efetivo de vendas, a necessidade de assessorar-se por uma agência é muito mais determinante do que nos tempos do Plim Plim ou da publicidade retratada na série americana Mad Men.

Ficou complexo, mas é determinante para marcas e anunciantes.

Tão eficaz quanto Michael Jordan recomendando o uso do Nike Air nos anos 80.

E a solução é a mesma de sempre no mundo do marketing: fale com uma boa agência.

Por sinal, sugerimos a nossa.

Marketing digital e pós-digital. Qual a diferença?

Primeiramente, olhemos o termo pós-digital.

Parece fácil de entender. As duas palavras juntas traduzem imediatamente o que se está falando: o marketing após a revolução digital. Simples, não fosse a dificuldade de conceituar o que vem após a revolução digital. E por falar nisto, quem disse que ela acabou?

Na realidade, esta ideia começou a ser trabalhada por nós, na medida em que se discutia a percepção de que dividir o on do off não fazia mais muito sentido.

Não fossem as diferentes culturas nas quais se desenvolveram as agências off line e as on line, o pós-digital já seria uma realidade tão clara que tornaria este post obsoleto.

Mas diferenças culturais e processuais tão profundas têm colocado barreiras poderosas a tal integração. E isto sem citar as disputas por pertinência e verbas.

Já experimentamos aqui na agência situações em que para comunicar um determinado produto para determinada audiência, a um prazo determinado, a melhor alternativa seria o velho comercial de 30”, num flight dentro do prazo e com ampla cobertura regional.

E finalmente, até mesmo pelo aspecto custo, pois para preparar a ação via influencers mais uma intervenção urbana, o valor ficava bem mais alto.
Ali estava a mal falada publicidade intrusiva, mostrando que seria a alternativa mais lógica para resolver aquele problema.

Isto não deveria surpreender ninguém, pois temos visto ou convivido com excelentes comerciais de marcas de expressão, ao lado de excelentes ações “digitais” destas mesmas marcas.

O problema é que o novo atrai de tal forma, traz tal audiência e atenção, que vale muito mais a pena falar dele. Parecendo que todas as soluções convergem para lá. Não é verdade.

E justamente uma agência que se subscreve Marketing Digital falando isto? Como assim?

Pois é, um dia olhamos com olhos de consumidor e vimos que a mensagem pode nos atingir de diferentes maneiras e todas aquelas que forem criativas, atraentes e relevantes, passam seguramente pelo filtro da atenção.

E que o desafio estava mesmo ao ler o briefing e perceber se era o caso de uma ação tradicional, digital ou híbrida.

Mas para fazer esta escolha, e para nós isto é o pós-digital, a agencia tem de ter todas as competências dentro de casa.

Porque, de novo, caso contrário, a diferença cultural será uma barreira.
E quem vai ter de ficar gerenciando estas diferenças será o cliente, cujo marketing deveria estar se ocupando de outras tarefas mais produtivas.

Então, resumindo, ser pós-digital é ter na mesma equipe, pessoal de direção de arte convivendo com web designers, planners com experiência nos mundos on e off, redatores de conteúdo e de publicidade sentados na mesma sala e um pessoal de tecnologia capaz de discutir plataformas digitais, e-commerce incluído.

Isto sim é uma visão 360o. Capaz de olhar todos os ângulos.

Fora disto são duas visões de 180º trocando informações. O que não será nunca a mesma coisa.

Performance ou Share

 

Um banner simples tem uma taxa de clique melhor do que um banner supercriativo.
Isto é bom ?
Para a mídia programática é. Para o impacto da marca, não é.
A visita ou clique, pode ser apenas curiosidade e servir somente para aumentar o bounced rate do site.
Os princípios que valeram para a construção de marca via comunicação na era off, não podem ter mudado tão radicalmente.
O que surpreende, o que é criativo, o que é emocionante, o que quase faz chorar ou chorar de tanto rir, não se encontra certamente em um banner simples.
A grande idéia precisa de espaço, elaboração e, por certo, muita tecnologia hoje para dar certo.
E isto não tem nada a ver com a performance dos cliques.
Uma mídia passiva programática pode até gerar lembrança por um breve intervalo, mas nada do tipo “memorável” .
Então, para bater em uma tecla que a gente adora, ser pós digital é acreditar nos valores que deveríamos ter herdado do mundo off: A mensagem para chegar ao coração do destino (ou destinatário) tem de conter uma excelente idéia, apresentada de uma excepcional forma.
E não ficar obcecado pelas métricas como taxa de cliques, quando o caso for construção de marcas.
Combinar estes sabores é o blend que vai fazer toda a diferença.

Quer a receita ? Entre em contato que a gente conta.

Bra digital

A revolução das telas, dos meios e do seu consumo.

Telas tem sido a nossa maneira mais usual de acessarmos lazer e informações.
Pode ter começado com a revolução do cinema, seguida depois pela da tv, bem mais adiante com as dos computadores e mais recentemente a dos smartphones.

Movimento e som parecem ser irresistíveis tanto para absorver informações rapidamente como para ver a vida passar por uma janela global.

A tecnologia foi durante muito tempo o fator evolucionista dos canais e devices “tele assistidos”, porém mais recentemente, tem sido responsável pela compressão e fusão dos papeis destes canais e devices.

Navegamos pela internet na TV e assistimos conteúdo da TV nos nossos aparelhos cotidianos “chipados”.

Dentro desta realidade, o que é a audiência de um e de outro ? Como se mede e se vende isto nas relações entre anunciantes e canais ? Mídias off e digitais resolvem o problema ? Mesmo que juntas na mesma sala ?
Qual o próximo passo ?

Estas perguntas temos nos feito a medida que a tecnologia de hardwares e softwares evoluem e as respostas temos procurado dividir e aplicar em nossos clientes.

Como uma agência que se auto-denomina pós digital, temos procurado imergir na realidade virtual da “total connection” procurando vislumbrar contornos mais nítidos de como entender, interpretar e manipular mais assertivamente os dados disponíveis, para uma comunicação mais eficiente, para adiante e além do off + on.

Para vocês darem uma “espiada” neste universo multi interligado e perceber sua complexidade, leiam os seguintes artigos:

“Quando TV não é mais TV e nem sabemos mais o que é”

“Onde começa e (nunca) termina a audiência de TV hoje?”

Tem tudo para voltarem deles com algumas certezas, mas muito mais dúvidas.

 

Acesse o nosso site , e tire suas dúvidas.